domingo, 15 de dezembro de 2013

Um amor que te eleva, te categoriza...

Num amor jurado como eterno, porém sofrido, estéril,  improdutivo mas tenazmente defendido pode estar oculto o medo de amar e ser amado.

O que será que é que tanto tememos quando optamos por brincar de ser felizes?

Quanto mais buscamos compreender mais nos surpreendemos com as conclusões e observamos que juramos amor sim, mas ao mesmo tempo falamos NÃO para as possibilidades e para as infinitas possibilidades de ser o centro de um amor que te categoriza,  te eleva e te centraliza.

Enganamos o nosso coração? E o raio que ilumina a nossa face e reflete num olhar marcante e fulgurante? O sorriso frouxo, o ombro sacolejante, o rubor na face atribuindo ao rosto um jeito faceiro? E a temperatura oscilante, arrepiante, ofegante? Fria? Quente? Alegre? Triste? Interno? Extermo? E a mágica?

Amor, ou conveniência? Escolha ou determinação? Destino ou acaso? Amor ou desamor? Coração ou físico?....Não sei, sei,lá. Talvez, quem sabe?

Simples assim.