domingo, 1 de fevereiro de 2015

Mágica grudenta e lascisa.

Uma visita ao passado no vigésimo sexto ano da vida de cinquenta e oito anos com a mesma avidez do início da trama.
Como pode esse mágica ser tão mágica?
Tão grudenta? 
Tão lasciva e excitante?
Como pode esse poder de inovar a pele, acelerar o coração e vibrar o corpo todo?
Hummmmmmmmmmmm, sei não, sei não.
Também para que saber?
Não seria bem melhor apenas viver e sentir?
Ah, eu topo e como topo, não abro mão de ser feliz.

Simples assim.