quinta-feira, 12 de maio de 2016

A surra que transforma.


ūüéĶ"Bate, bate, bate, cora√ß√£o.  Dentro desse velho peito.  Voc√™ j√° est√° acostumado.  A ser maltratado, a n√£o ter direitos.  Bate, bate, bate, cora√ß√£o.  N√£o ligue, deixe quem quiser falar, ah! Porque o que se leva dessa vida, cora√ß√£o.  √Č o amor que a gente tem pra dar (x2) Oi, tum, tum, bate cora√ß√£o.  Oi, tum, cora√ß√£o pode bater.  Oi, tum, tum, tum, bate, cora√ß√£o.  Que eu morro de amor com muito prazer. (x2)"ūüéĶ √Äs vezes √© s√≥ assim que aprendemos, apanhando, mas surra que vale a pena, que cura e que transforma, tantas e quantas vezes se fizer necess√°rio. E depois? Depois √© "s√≥ rir inhantes ki kaia us denti minha xenti". 
Boaaaaaa noiteeeeeee!
Simples assim!ūüíčūüôčūüŹĹūüôÄūüĎäūüŹĹūüĎĀūüĎĀūüŹÜūüŹÖūüéĖ