segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Quem foi a favor ficou contra? Como assim gente?


Analisando a bancada paulista de vereadores notei que não houve muita mudança, ou pelo menos, não na proporção da manutenção da mesma. Vejo que mesmo quem elegeu-se vereador/a pela primeira vez já faz parte do cenário político paulistano/brasileiro. Uma vez constatado isto, pergunto-me:

=> Marly, como o poder executivo, numa democracia, consegue aprovar leis e decretos  polêmicos sem a maioria do legislativo?
=> Teria esse poder executivo obrigado o legislativo a aprovar o que uma vez aprovado viria a ser tema de campanha da, dita, oposição?
=> E não para por aí Marly (rima até aqui) permanecendo essa bancada, como a oposição, agora, situação, vai governar se esta votou a favor de quem, agora, é oposição?
=> Como assim?
=>É democracia mesmo, não é? 

Então, se é democracia, quem votou, votou consciente de que o projeto era polêmico...isso o projeto...aquele que embasou a plataforma do candidato que em janeiro, já empossado, vai derrubá-lo com a conivência daqueles que outrora o aprovou?

Affffff, o “samba do criolo doido” perde feio!

Ah essa tal de política partida e seus mistérios, quando penso que sei, descubro que nunca soube de nada.

Lutar sempre, retroceder, jamais?

Oxi, não foi o que vi!

Eu vi? 

Que o Senhor tenha misericórdia do nosso povo.

Simples assim!
Foto: noticias.uol.com.br 11 de março de 2016